segunda-feira, 30 de maio de 2011
Epifania XXVIII
por Marina Jenifer Sant'Borges
Sua estatura intimida meu corpo que mesmo sensível anseia pelos seus toques, ti ver a meia luz ao som da nossa musica, me concede a conclusão de que hoje a saudade é desejo, a conversa é de olhares e o beijo uma doce dor, não sei por quais ruas andastes, quais caminhos seguistes quando nos separamos, mas nota-se que estamos diferentes, a malícia é cada vez mais presente.
Sua estatura intimida meu corpo que mesmo sensível anseia pelos seus toques, ti ver a meia luz ao som da nossa musica, me concede a conclusão de que hoje a saudade é desejo, a conversa é de olhares e o beijo uma doce dor, não sei por quais ruas andastes, quais caminhos seguistes quando nos separamos, mas nota-se que estamos diferentes, a malícia é cada vez mais presente.
Epifania XXVII
por Marina Jenifer Sant'Borges
A desproporção dos nossos corpos quando se unem se tornam a mais bela das quimeras, tuas mãos grandes tomam minha face e cobrem meus seios, enquanto puxa meus cabelos me beija docemente, e em uma confusão de movimentos me faz sua, e perante as manchas do prazer se entrega ao instante sem esperar pelo amanhã.
A desproporção dos nossos corpos quando se unem se tornam a mais bela das quimeras, tuas mãos grandes tomam minha face e cobrem meus seios, enquanto puxa meus cabelos me beija docemente, e em uma confusão de movimentos me faz sua, e perante as manchas do prazer se entrega ao instante sem esperar pelo amanhã.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Epifania XXVI
por Marina Jenifer Sant'Borges
Esse seu olhar meio baixo, a linguagem do teu corpo, tuas mãos que sempre me aquecem nas noites de frio são o que há de mais puro e involuntário entre as almas, ti observo enquanto fala com vontade de interromper com um doce beijo tuas palavras, e mesmo quando fala dela não penso em deixá-lo. Temos nossos caminhos que são diferentes mas que sempre estiveram ligados, seu dia pertence a outra e suas noites pertencem a mim, só você e eu, como se não houvesse mais nada a fazer pela manhã. O medo de me reduzir a você é o que confundi meu intimo, pois ti quero com todas as forças mas prender-me a você seria como enterrar toda minha liberdade.
Esse seu olhar meio baixo, a linguagem do teu corpo, tuas mãos que sempre me aquecem nas noites de frio são o que há de mais puro e involuntário entre as almas, ti observo enquanto fala com vontade de interromper com um doce beijo tuas palavras, e mesmo quando fala dela não penso em deixá-lo. Temos nossos caminhos que são diferentes mas que sempre estiveram ligados, seu dia pertence a outra e suas noites pertencem a mim, só você e eu, como se não houvesse mais nada a fazer pela manhã. O medo de me reduzir a você é o que confundi meu intimo, pois ti quero com todas as forças mas prender-me a você seria como enterrar toda minha liberdade.
terça-feira, 17 de maio de 2011
Epifania XXV
por Marina Jenifer Sant'Borges
Aquela noite não vou esquecer
entre as luzes, só eu e você
por aquele ambiente peculiar
onde muitos passam, sem se notar
milhares de faces jogadas ao acaso
desejos exsudados no mesmo espaço
Teu jeito fez altear
o mais ingênuo brilho do meu olhar
o dia se pôs sem perceber
enquanto nos entregávamos sem temer
essa atração é maior do que nós
e não há pudor quando estamos a sós
Aquela noite não vou esquecer
entre as luzes, só eu e você
por aquele ambiente peculiar
onde muitos passam, sem se notar
milhares de faces jogadas ao acaso
desejos exsudados no mesmo espaço
Teu jeito fez altear
o mais ingênuo brilho do meu olhar
o dia se pôs sem perceber
enquanto nos entregávamos sem temer
essa atração é maior do que nós
e não há pudor quando estamos a sós
sábado, 14 de maio de 2011
Epifania XXIV
por Marina Jenifer Sant'Borges
Me desespero por me sentir presa aquele instante, aquele instante em que permiti tal troca de olhares, onde provei o gosto da sua boca através de um copo trocado em uma noite de sexta.
Me desespero por me sentir presa aquele instante, aquele instante em que permiti tal troca de olhares, onde provei o gosto da sua boca através de um copo trocado em uma noite de sexta.
Epifania XXIII
por Marina Jenifer Sant'Borges
Enquanto encaro o nada ouço sua voz que antes era calmaria, hoje me incomoda, me irrita essa sua felicidade pois no momento não compartilho dela. As horas demoram pra passar e meu corpo, cansado de um dia igual a todos os outros, deseja somente um leito ao qual eu possa morrer através de minhas confissões. A cada dia enterro um pouco de mim nesse seu olhar e o pudor se encerra a cada beijo na face que me dá.
Enquanto encaro o nada ouço sua voz que antes era calmaria, hoje me incomoda, me irrita essa sua felicidade pois no momento não compartilho dela. As horas demoram pra passar e meu corpo, cansado de um dia igual a todos os outros, deseja somente um leito ao qual eu possa morrer através de minhas confissões. A cada dia enterro um pouco de mim nesse seu olhar e o pudor se encerra a cada beijo na face que me dá.
Epifania XXII
por Aldones e Diego Blanco
O leve brilho de tua pele me encanta
o brilho de teu sorriso me seduz
Pelas noites contigo sigo
não importa por onde tu me conduz
Faz desse coração estúpido a tua luz
não faz de mim qualquer um
escolhe um, dois, três, algum
Da sua pele morena
Te guardo pra sempre minha pequena
O leve brilho de tua pele me encanta
o brilho de teu sorriso me seduz
Pelas noites contigo sigo
não importa por onde tu me conduz
Faz desse coração estúpido a tua luz
não faz de mim qualquer um
escolhe um, dois, três, algum
Da sua pele morena
Te guardo pra sempre minha pequena
Epifania XXI
por Aldones
Quero te conhecer fora do tempo
muito além desta casca que
está sujeita a temporalidade
Quero tocar sua essência
quero me fundir com o seu todo
e ao tocar sua essência
reconhecer o instante em que tanto o
tempo e espaço deixam de existir
e o único sentido que sinto
é aquele que me faz sentir
eu e você fora do tempo
para poder entender o espaço e o tempo
tocando a eternidade e o infinito
existentes em você...
Te amo.
Quero te conhecer fora do tempo
muito além desta casca que
está sujeita a temporalidade
Quero tocar sua essência
quero me fundir com o seu todo
e ao tocar sua essência
reconhecer o instante em que tanto o
tempo e espaço deixam de existir
e o único sentido que sinto
é aquele que me faz sentir
eu e você fora do tempo
para poder entender o espaço e o tempo
tocando a eternidade e o infinito
existentes em você...
Te amo.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Epifania XX
Esse jogo já não é tão interessante quanto era, já não me atrai como antes atraia, já não me provoca uma doce confusão que me desalinha mas que me mantém sonhadora. Essas conversas me enlouquecem e o desespero de ouvir mais do que meias palavras se faz presente com intensidade. A idéia de tê-lo mesmo a contra gosto das convenções já não me seduz tanto assim.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Epifania XIX
por Marina Jenifer Sant'Borges
Como ter a certeza de que essas tantas palavras as quais você expõe no seu olhar são verdadeiras? Como aguardar o toque de suas mãos sem pensar se no dia de hoje fui a primeira? Como não esperar que todas essas digressões não tenham outras inspirações? Mas também como não querer ser sua Simone e confiar-lhe os meus mais ocultos desejos...
Como ter a certeza de que essas tantas palavras as quais você expõe no seu olhar são verdadeiras? Como aguardar o toque de suas mãos sem pensar se no dia de hoje fui a primeira? Como não esperar que todas essas digressões não tenham outras inspirações? Mas também como não querer ser sua Simone e confiar-lhe os meus mais ocultos desejos...
Epifania XVIII
por Marina Jenifer Sant'Borges
Eu sou a medida de todas as coisas dado que eu sou o senhor de mim, eu sou o meu próprio Deus que escolhe e que constrói a vida.
Eu sou aquele que pensa e o que é pensado, eu sou o eu duplicado, eu sou o ser e a ausência deste, as minha vivências são epifanias não divinas mas reais, e revelam um pouco mais do abismo que há em mim.
Eu sou a medida de todas as coisas dado que eu sou o senhor de mim, eu sou o meu próprio Deus que escolhe e que constrói a vida.
Eu sou aquele que pensa e o que é pensado, eu sou o eu duplicado, eu sou o ser e a ausência deste, as minha vivências são epifanias não divinas mas reais, e revelam um pouco mais do abismo que há em mim.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Epifania XVII
por Marina Jenifer Sant'Borges
Ás vezes me pergunto se é assim que eu queria estar...
Tenho medo de estar diluindo todo o meu pudor, quero me desprender das convenções mas não convenço a mim mesma de que seja esse o meu desejo. Entre nossas palavras vaga tanto desejo, e o nosso amor que muito nos marcou, hoje se põe em silêncio.
Ás vezes me pergunto se é assim que eu queria estar...
Tenho medo de estar diluindo todo o meu pudor, quero me desprender das convenções mas não convenço a mim mesma de que seja esse o meu desejo. Entre nossas palavras vaga tanto desejo, e o nosso amor que muito nos marcou, hoje se põe em silêncio.
Epifania XVI
por Marina Jenifer Sant'Borges
O que será essa falta que sinto todas as vezes em que olho pra você?
Todos os dias procuro ser inspiração de uma nova digressão tua, que já não se fazem presentes em minhas tardes como antes faziam. Sempre esse desinteresse se manifesta entre as almas, mas quando nada se consuma aquele puro clichê se apaga e somente a curiosidade de ter se impõe.
O que será essa falta que sinto todas as vezes em que olho pra você?
Todos os dias procuro ser inspiração de uma nova digressão tua, que já não se fazem presentes em minhas tardes como antes faziam. Sempre esse desinteresse se manifesta entre as almas, mas quando nada se consuma aquele puro clichê se apaga e somente a curiosidade de ter se impõe.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Epifania XV
por Marina Jenifer Sant'Borges
Mulher do acaso
da presença que desfaço,
perco e acho
Do coração descompassado,
que bate acelerado
De desejo ávido,
de caminho vasto.
Que venera o instante
De olhar incessante,
de amor inconstante,
de voz inebriante.
Dotada de uma boca
provocante.
Mulher do acaso
da presença que desfaço,
perco e acho
Do coração descompassado,
que bate acelerado
De desejo ávido,
de caminho vasto.
Que venera o instante
De olhar incessante,
de amor inconstante,
de voz inebriante.
Dotada de uma boca
provocante.
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